NOTAS (à seção 6.2)
(1)
CORRÊA, Eremir Bley-- “Memorial de Família”- op cit, p.192. Segundo essa fonte,
o batismo de Francisca está registrado no livro nº 15, fls. 18, da paróquia de
N.Sra. da Luz dos Pinhais.
(2)
HOERNER JR, Valério—“Santa Casa”- op
cit, p. 32
(3) LEÃO, Ermelino
Agostinho de– “Dicionário Histórico e Geográfico do Paraná”- op cit, v. III, p.
1167-8
(4)
NEGRÃO, Francisco--“Genealogia Paranaense”- op cit, v.I. p.237
e seg; CORRÊA, Eremir Bley-- “Memorial
de Família”- op.cit, p.192 e 195-197.
Acrescentei as datas de falecimento de Luíza e Florêncio, conforme as
fontes indicadas na sequência (DVE).
(5)
MUNHOZ, Alcides-- “Folhas Cadentes” (Elogio do Patrono)- op cit, p. 17-19 (o
patrono, no caso, é o da cadeira que Alcides ocupava na Academia de Letras do
Paraná-- Alfredo Caetano Munhoz, seu tio).
(6) Essas informações
foram extraídas da tese de Cláudia PANIZZOLO “João Köpke e a Escola
Republicana”, disponível no link, acessado em abril de 2012: http://www.cipedya.com
(7)
MUNHOZ, Alcides- “Folhas Cadentes”- op. cit., p. 19-20
(8) Segundo Francisco
Negrão, chamava-se James e não Jayme esse filho de D. Carlota Angélica de
Oliveira e Souza, irmã de Francisca (deve ter havido aqui um erro de
transcrição do original manuscrito, ou no próprio original). F. Negrão informa
que Carlota casou com o cap. Manoel Joaquim de Souza, “forte negociante em
Morretes”, que se transferiu para Curitiba, onde faleceu. Em 1822 ele requereu à Câmara de Curitiba
“uma sesmaria de terras na paragem chamada ‘Jararacas’”. James Franco de Souza
(1841-1918) nasceu em Morretes, formou-se em ciências jurídicas e sociais pela
faculdade de São Paulo em 1864. Ele fez carreira jurídica no Rio Grande do Sul,
onde chegou a desembargador e presidente do Superior Tribunal do Estado, de
1894 a 1914 (NEGRÃO, Francisco—“Genealogia Paranaense”- op cit, v.IV, p. 561 e
567-574). D.Carlota é mencionada no relatório do presidente Antonio Barbosa
Gomes Nogueira, apresentado à Assembleia Legislativa Provincial em 15 de fevereiro de 1863 nesta passagem (p.
85): “Para abastecer d’água potável a
parte da população que habita na extrema sul da cidade reclama a construção de
uma fonte no largo da Entrada, para o que diz poder ser aproveitado, além de
outros, um excelente manancial que existe nos fundos do prédio de D. Carlota
Franco”.
Como se verá na próxima seção deste capítulo, João Gonçalves Franco e seus
filhos moravam na região da atual praça Zacarias, em Curitiba. O capítulo sobre
“Obras Públicas” de um outro relatório, o do presidente Polidoro Cezar de
Albuquerque, ao passar a administração ao sucessor em 17 de agosto de 1867,
refere-se à casa de D. Carlota Angelica de Oliveira Franco e Sousa,
transformada em quartel (o país estava então em guerra contra o Paraguai). O
presidente mandou construir 8 grades para as prisões nessa casa, “destinada a
servir de quartel aos guardas nacionais
designados ao destacamento da capital” (p.9).
(9) DD de 24.01.1855- p. 4
(10) VARGAS, Túlio—“O Conselheiro Zacarias”, op cit, p.60
e 159.
(11) MUNHOZ, Alcides—“Folhas Cadentes”, op cit, p.16,
30-31,34, 38, 58, 59, 85, 87, 94, 95; NEGRÃO,
Francisco—“Genealogía Paranaense”- op cit, v.I, p. 238-240.
(12)HOERNER JÚNIOR, Valério et al.—“Academia
Paranaense de Letras: Biobibliografia” (1936-2006). Curitiba: Posigraf, 2006-
p. 97.
(13) Essas
informações me foram fornecidas por e-mail pelo Arquivo Histórico do Exército,
com base em seus registros funcionais. Francisco Negrão, equivocadamente, indica
6 de fevereiro de 1912 como a data da morte do Capitão (sic) Caetano Munhoz
(cf. “Efemérides Paranaenses” , 1º volume, Janeiro-Junho. Curitiba, Círculo de
Estudos “Bandeirantes”, 1949- p.57). Nos registros do Cemitério Municipal S.
Francisco de Paula, em Curitiba, consta que ele faleceu em 12 de fevereiro de
1915.
(14) MUNHOZ, Alcides- “Folhas Cadentes”, op cit, p. 30-33
(15) DD de 20.02.1864- p.1. O DD de 4.05.1870-
p.4 publica edital relativo ao concurso para vagas de 2º escriturário,
amanuense e praticante da Tesouraria de Fazenda do Paraná (as matérias exigidas
para a prova de habilitação desse concurso estavam definidas no art. 1º do
decreto nº 3114, de 27.06.1863).
(16) DD de 8.07.1865- p.4; DD de 16.09.1865, p.1; DD
de 4.10.1865, p. 4; DD de 23.03.1870- p.3; DD de 23.04.1873, p.4; DD de
17.05.1873, p.1. Alcides Munhoz sintetiza assim a carreira fazendária de
Alfredo: “Em 1863 foi nomeado Colaborador da Tesouraria de Fazenda do Paraná.
Mediante concurso foi elevado ao cargo de praticante da mesma Tesouraria, em 26
de janeiro de 1864 /…/ foi, por decreto do governo imperial de 19 de julho de
1865, promovido a segundo escriturário /…/ a dezesseis de fevereiro de 1870,
foi promovido a oficial. Por decreto de seis de fevereiro de 1872, conquistou a
Chefia de Seção, donde passou a Contador em cinco de abril de 1873 e,
finalmente, ao elevado posto de Inspetor da Tesouraria, por decreto de 8 de
junho de 1878” (MUNHOZ, Alcides- “Folhas Cadentes”, op cit, p. 30-31).
(17) DD de 2.09.1865, p.3. Cf. também DD de 22.07.1865, p.3
(18) DD de 29.04.1876- p.3; DD de 16.08.1876- p.4. O decreto nº 6.097, de
12.01.1876, dava instruções para a execução do decreto nº 2.675, de 20.10.1875,
que reformou a legislação eleitoral.
(19) DD de 28.04.1877- p.2
(20) DD de 26.05.1877- p.1. Ver também relatório do
presidente Adolpho Lamenha Lins apresentado na Assembleia Legislativa
Provincial em 15.02.1877- p. 129.
(21)
MUNHOZ, Alcides- “Folhas Cadentes”, op cit, p. 49 ; cf também DD de 14.08.1889-
p. 2.
(22) DD
de 20.12.1879- p.3; DD de 19.05.1880- p.4; DD de
20.11.1880- p.4; DD de 23.07.1881- p. 1; DD de 9.11.1881-p. 3-4; DD de 1.04.1882- p.1; DD de 6.05.1882- p. 4; DD
de 2.08.1882- p.2;DD de 10.01.1883- p.
4; DD de 11.04.1883- p.4; DD de 18.04.1883- p. 3; DD de 9.06.1883- p. 2; DD de
30.06.1883- p. 4; DD de 20.09.1883- p.1; DD de 10.10.1883- p.4; DD de 16.05.1884- p. 3-4; DD de 4.11.1884- p.
3-4; DD de 7.05.1885- p.3; DD de 7.11.1885- p.3; DD de 6.05.1886- p.2-3; DD de
30.10.1886- p. 2; DD de 9.12.1886- p. 4; DD de 7.05.1887- p. 4; DD de
16.11.1887-p.3; DD de 29.04.1888; DD de 13.10.1888; DD de 11.05.1889- p.3-4. Alfredo
Caetano Munhoz também é referido como inspetor da Tesouraria da Fazenda nos
relatórios dos diversos presidentes da província do Paraná nesse período.
Aliás, as referências sempre elogiam sua competência e dedicação ao
trabalho.
(23) Este é o site da
Secretaria da Receita Federal, acessado em 12.03.2011:
A propósito, obtém-se
aí a informação de que a Tesouraria da Fazenda no Paraná , criada em 1853,
existiu até 21 de janeiro de 1893, quando foi extinta, substituída depois pela
Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional.
(24) DD de 18.04.1883- p. 3
(25) DD de 11.07.1883- p. 1
(26) DD de 30.06.1883- p. 4
(27) DD de 11.07.1883- p. 2
(28) Conforme o DD
de 18.08.1883- p.3
(29) DD de
20.09.1883- p.1
(30) Ver quadro dos
gabinetes do Império no período 1853-1889 na seção 5.2 do cap. 5.
(31) DD de 10.07.1889- p. 2; v. também DD de 1.07.1889- p. 3
(32) Diferentemente do que afirma Francisco Negrão na “Genealogia Paranaense”
(v. I, p. 239), para quem Alfredo se aposentou “por decreto de 11 de agosto de 1891” . Cf DD de 14.08.1889- p.2 que já informa tal
aposentadoria. O DD de 20.08.1889- p. 2-3 transcreve a carta de despedida de
Alfredo, datada de 17 de agosto de 1889, dirigida aos empregados da Tesouraria
de Fazenda. Diz aí que a ela se dedicou por 26 anos.
(33) Os dois poemas,
que apresentam mais valor documental que literário, podem ser lidos após as
Notas desta seção de capítulo.
(34) DD de
21.12.1870- p. 1
(35)
CARNEIRO, David—“História do Período Provincial”, op cit, p. 371
(36) DD de 23.11.1870-p.3
(37) DD de 24.04.1872-p.4
(38)
DD de 26.04.1876- p.4
(39) DD de 20.12.1882- p. 3
(40) DD de 4.09.1884-
p. 4
(41) DD de 21.04.1886- p. 3
(42) “DICIONÁRIO Histórico-Biográfico do Estado do Paraná”- op cit, p.
217
(43) Cf. MOREIRA,
Júlio Estrela—“As imagens de Nossa
Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais e a Igreja Matriz de Curitiba”,
p.305-371- in Boletim do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná- Curitiba,
v.LI, 2000- p.362
(44) DD de 27.09.1873- p. 4
(45) DD de 2.02.1876- p.3
(46) O Compromisso dessa Irmandade, que contém 64
artigos, está datado de 21.01.1864 e consta, na integra, em PARANÁ- “Leis e
Decretos da Província do Paraná”. Tomo XI. Curityba: Typ. Paranaense de
C.M.Lopes, 1864- p. 35 a 50
(47) DD de 8.08.1884- p. 3. Consta
aí também a relação dos 12 mesários então eleitos: Pedro Antonio da Luz, Claro
José de Ramos, Theolindo da Silva Monteiro, Antonio Ferreira Sampaio, Francisco
Ribeiro Gomes, Antonio Júlio dos Santos, José Moreira de Freitas, Joaquim
Carlos Vianna, Benedicto de Paula Oliveira Vianna, João Dias Larangeira, Manoel
Antonio Alves e Antonio José de Freitas. Cinco anos mais tarde, o DD de
17.07.1889- p. 3 traz uma convocação dos “irmãos mesários” da Irmandade do
Senhor Bom Jesus do Perdão para uma reunião no consistório da Igreja do
Rosário.
(48) DD de 17.08.1884- p. 3
(49) CARNEIRO, David—“Galeria de Ontem”- op cit, p.
203-204
(50) NEGRÃO, Francisco—“Genealogia Paranaense”- op cit, v.II, p. 465
(51) DD de 10.07.1872- p. 3
(52) NEGRÃO,
Francisco- “Genealogia Paranaense”- op cit, v.II, p. 370; v. V, p. 68-69
(53) CURITIBA-
“Boletim do Arquivo Municipal de Curitiba”. Curitiba, 1960- v. 66, p.35
(54) NEGRÃO,
Francisco- “Genealogia Paranaense”- op cit, v.IV, p.123-125; NICOLAS, Maria—“130 Anos de Vida Parlamentar Paranaense”-
op cit, p. 95, 105
(55) DD de
21.04.1877- p. 3. A “Província do Paraná” de 28.04.1877-p.2 também traz uma
nota sobre a instalação e a regularização da loja Concórdia 4ª. Afirma que
falaram na ocasião, dentre outros, Caetano Alberto, “como orador da loja
‘Apóstolo da Caridade’ e Alfredo Munhós”.
(56) O link, acessado em 12.08.2011 é:
(57) VAINFAS, Ronaldo
(org)- “Dicionário do Brasil Imperial”- op cit, p. 506-507, 608-611
(58) DD de 19.05.1880- p. 1
(59) DD de 6.03.1880- p. 3; “Dicionário
Histórico-Biográfico do Estado do Paraná”, op cit, p. 101.
(60) DD de 29.05.1880- p. 1-2; Relatório do presidente Manuel Pinto de
Souza Dantas Filho de 4.08.1880, p.9.
Para o presidente Carlos Augusto de Carvalho, em seu relatório de 1.10.1882,
p.118, o hospital da Santa Casa era então “o mais belo edifício da
Província”.
(61) DD de 1.06.1880- p.1. Segundo o relatório do presidente Manuel Pinto
de Souza Dantas Filho de 4.08.1880,
p.3, a comitiva visitou também Castro e a Lapa. O mesmo relatório informa ainda
que o Imperador promoveu a “criação de casas públicas escolares para serem
franqueadas à infância, nas mais importantes localidades da província”, em
favor das quais “dignou-se de fazer os primeiros donativos”.
(62) DD de 5.06.1880- p. 3
(63) “Dicionário Histórico-Biográfico do Estado do
Paraná”, op cit, p.205-206
(64) DD de 23.11.1884- p. 3
(65) “DICIONÁRIO Histórico-Biográfico do Estado do Paraná”, op cit, p.
141
(66) CARNEIRO, David- “História do Período Provincial do Paraná”- op cit,
p. 302
(67) DD de 15.12.1880- p. 3
(68) DD de 23.04.1881- p. 3
(69) DD de 20.05.1882- p. 3
(70) Cf. Relatório do presidente da província de
Mato Grosso Dr. João José Pedrosa apresentado na Assembleia Legislativa
Provincial em 1.11.1878, p. 3, disponível em http://www.crl.edu/brazil/provincial/mato_grosso (acessado em 25.01.2012).
(71) Cf. Relatório do presidente da província de
Mato Grosso Dr. João José Pedrosa apresentado na Assembleia Legislativa
Provincial em 1.10.1879, p. 160, disponível em http://www.crl.edu/brazil/provincial/mato_grosso (acessado em 26.01.2012)
(72) DD de 12.05.1886- p. 2
(73) DD de 11.09.1880- p.4
(74) DD de 15.12.1880- p.4
(75) DD de 29.09.1883- p. 3
(76) DD de 5.01.1884- p. 2
(77) DD de 9.03.1884- p. 1
(78) DD de 25.05.1884- p. 1. “Ingênuo”: "Filho de escravo nascido após a lei da
emancipação" (dic. Aurélio).
(79) DD de 30.05. 1884- p. 3
(80) Estas eram as 17 circunscrições escolares já
implantadas na Província, citadas na p. 40 do relatório do presidente Luiz A.L.
de Oliveira Bello de 22.08.1884: 1ª
Capital; 2ª Palmeira; 3ª Lapa; 4ª Antonina;
5ª Campo Largo; 6ª Ponta Grossa;
7ª Palmas; 8ª Morretes; 9ª Rio Negro; 10ª S.José dos Pinhais; 11ª
Guarapuava; 12ª Castro; 13ª Anhaia; 14ª Assungui; 15ª Porto de Cima; 16ª
Tibagi; 17ª Arraial Queimado. Nesse relatório, foram anexados os dos seguintes chefes de superintendências dessas circunscrições: 1ª-
Dr. João Pereira Lagos; 2ª- Dr Moysés Marcondes; 3ª- Juiz de Direito Dr.
Conrado Caetano Ericksen; 4ª- Tenente-coronel João Manoel Ribeiro Vianna; 5ª-
Juiz de Direito Dr. Augusto Lobo de Moura; 6ª-
bacharel Vicente Machado da Silva Lima; 8ª- Cônego José Jacintho de
Linhares; 9ª- João Bley; 10ª- Juiz de Direito Dr Joaquim Ignacio Silveira da
Motta Jr; 11ª- Juiz de Direito Dr. Ernesto Dias Laranjeira; 12ª- Juiz de
Direito Dr. José Alfredo de Oliveira;
13ª- Antonio de Souza Dias Negrão; 14ª- Vigário Padre Celso César da
Cunha; 15ª-- Capitão José Ribeiro de Macedo. Como se vê, não foram incluídos os
relatórios da 7ª, 16ª e 17ª circunscrições, certamente por estarem mais
atrasadas em seu processo de implantação do ensino obrigatório.
(81) DD de 12.03.1884- p. 3
(82) DD de 1.10.1884- p. 2; v. também DD de 3.10.1884- p. 3
(83) DD de 17.10.1884- p. 3
(84) Esse era um preço médio. Mas um escravo menor
de 20 anos valia 1:000$000 e um maior de 60, 200$000 réis (v. outros valores
entre esses dois limites no DD de 21.05.1885- p. 1. O jornal transcreve os
valores de escravos que constaram em projeto apresentado à Câmara dos
Deputados). Indivíduos do sexo feminino tinham abatimento de 25% no preço.
(85) “Futuro”, de Paranaguá, 3.10.1885, p. 2-3.
(86) DD de 29.09.1885- p. 2; DD de 30.09.1885- p. 2;
DD de 4.05.1886- p. 1
(87) DD de 22.11.1885- p.3 e DD de 25.11.1885- p. 3
(88)
DD de 2.04.1885- p.3
(89) DD de 1.01.1886- p. 4
(90) “DICIONÁRIO Histórico-Biográfico do Estado do Paraná”, op cit, p.
488, 506-509
(91) DD de 10.12.1886- p. 2.
(92) DD de 10.02.1887- p. 3
(93) DD de 1.02.1887- p. 3-4
(94) DD de 21.12.1887- p. 1
(95) POMBO,José Francisco da Rocha—“O Paraná no
Centenário”- op cit, p.130, nota 80
(96) CORRÊA, Eremir Bley- “Memorial de Família”, op
cit, p.195. Caetano Alberto nasceu em Curitiba, assim como seu irmão mais velho
Alfredo, segundo F. Negrão.
(97) NEGRÃO, Francisco—“Genealogia Paranaense”, op
cit, v.I, p. 242-243
(98) LEÃO, Ermelino Agostinho de-- “Dicionário Histórico e Geográfico do Paraná”-
op cit, v.I, p.244-6. Sobre Caetano Alberto Munhoz, ver ainda PACHECO, Ivens
Lagoano—“Retrospectiva Histórica da Secretaria da Justiça: 1892 a
1976”.Curitiba: Governo do Paraná, 1977- p.115-116 (consta aí foto sua)
(99) NEGRÃO, Francisco—“Genealogia Paranaense”- op
cit, v.I, p. 243-244
(100) DD de 19.10.1864- p.4
(101 DD de 14.10.1868- p. 4; DD de 6.06.1874- p.4
(102) “BRASIL A/Z.
Larousse Cultural”. S.Paulo: Editora Universo, 1988- p. 209 e 344.
(103) DD de 3.05.1871- p.4
(104) DD de 6.05.1871- p.3; DD de 10.05.1871, p.
1. Posteriormente, Júlio de Oliveira Ribas Franco será nomeado escrivão de
órfãos e ausentes do termo da capital, falecendo em 1880 no exercício desse
cargo (cf relatório do presidente Manuel Pinto de Souza Dantas Filho de
4.08.1880, p. 7).
(105) DD de 6.09.1871-p.4
(106) DD de 28.02.1872- p.4
(107) DD de 16.07.1873, p. 4
(108) DD de 6.02.1875- p.2
(109) “DICIONÁRIO Histórico-Biográfico do Estado do
Paraná”- op cit, p.104.
(110)
DD de 7.07.1875- p.4.
(111)
Cf “Província do Paraná” de 24.10.1876- p. 4 e de 31.10.1876- p.3
(112) DD de 1.06.1867- p.4
(113) DD de 15.04.1868- p.4
(114) DD de 4.10.1873- p.4
(115)
DD de 28.06.1876- p. 3
(116)
DD de 1.07.1876- p. 3
(117)
VAINFAS, Ronaldo (org.)- “Dicionário do Brasil Imperial”, op cit, p. 507
(118) DD de 20.06.1866- p.1.
(119) CARNEIRO, David-- “História do Período Provincial do
Paraná”- op cit, p. 189
(120)
DD de 12.12.1866- p.4
(121)
DD de 30.03.1867- p.3; “História do Período Provincial do Paraná”, op. cit., p.
191. O relatório do vice-presidente Agostinho Ermelino de Leão de 5.12.1869, p.
2 e 6, informa que Caetano Alberto Munhoz integrou a equipe do engenheiro
Antônio Pereira Rebouças Filho, “encarregado pelo governo imperial dos estudos
de exploração da estrada de Mato Grosso por esta província”. O engenheiro
Rebouças concluiu pela exequibilidade de tal estrada, que comunicaria o porto
de Antonina com a vila de Guarapuava e envolveria a navegação pelo rio Ivaí,
afluente do Paranapanema, permitindo assim comunicação com o Mato Grosso pelo
território brasileiro, cuja relevância a guerra do Paraguai tornou evidente. O
jovem Caetano Alberto foi escolhido por ele para servir de amanuense da
comissão, devendo colocar em dia a sua escrituração, mediante a gratificação de
60$000 mensais, o que foi aprovado pelo presidente em exercício em 18 de
novembro de 1869. Em decorrência do aviso de 19 de janeiro do ano seguinte, ele
foi dispensado da comissão, conforme consta do relatório do presidente A.L.
Affonso de Carvalho de 15.02.1870. Este último relatório fornece informações
adicionais sobre a estrada de Mato Grosso, entendida como um prolongamento da
estrada da Graciosa, cuja conclusão se aproximava. Esta faria a ligação, em
melhores condições, do porto de Antonina com a Capital. De Curitiba, aquela
estrada se estendia para oeste, “até as margens do Ivaí”: “toca na rica
freguesia de Campo Largo, na cidade de Ponta Grossa e nas vilas da Palmeira e
Guarapuava” (p. 53 e 64).
(122) DD de 6.07.1870-p.3
(123) DD 2.07.1873- p.2. Caetano Alberto é nomeado 1º
escriturário por
decreto de 7 de abril de 1873.
(124) DD de 3.05.1876- p.4; DD de 16.08.1876- p.4
(125)
DD de 24.05.1880- p. 3
(126) DD de
5.02.1881- p. 3; v. também DD de 9.10.1880- p. 2; DD de 29.12.1880- p.3. Segundo
o relatório do presidente João José Pedrosa de 16.02.1881, p. 123, o 1º
escriturário Caetano Alberto Munhoz foi nomeado, em comissão, Inspetor da
Tesouraria de Fazenda de Mato Grosso por decreto de 29.01.1881. Nesse mesmo
ano, a “Revista Paranaense” de 30.01.1881, p. 58 a 63, publica artigo de
Caetano Alberto intitulado “A Erva-Mate”, em que salienta a necessidade de que
se abram novos mercados (europeus) para esse produto
(127)
DD de 23.03.1881- p.4
(128)
DD de 28.06.1881- p. 2
(129)
DD de 8.11.1882- p. 4
(130)
DD de 11.11.1882- p. 4
(131)
DD de 17.01.1883- p. 3; DD de 13.12.1883- p. 1-2
(132)
DD de 30.04.1885- p.1; NEGRÃO, Francisco- “Genealogia Paranaense”- op cit,
v.II, p. 253,254 e 258; NICOLAS, Maria- “130
Anos de Vida Parlamentar Paranaense”- op cit, p. 105 e 133.
(133)
DD de 6.10.1885- p. 4
(134)
DD de 23.09.1885- p. 2
(135) DD de 29.12.1886- p.4
(136) DD
de 21.03.1888- p.3
(137) DD
de 5.10.1887- p. 2 e 4
(138)
DD de 9.07.1886- p. 1
(139)
DD de 26.10.1887- p. 2
(140)
DD de 18.04.1888- p. 1
(141) Cf
o site abaixo, acessado em 25.03.2011:
(142) CORRÊA, Eremir Bley- “Memorial de Família”,
op cit, p.195
(143)
DD de 13.03.1886-p.3
(144)
DD de 14.03.1886- p. 3
(145) CORRÊA, Eremir Bley- “Memorial de Família”,
op cit, p.195
(146) DD de 2.06.1877- p.3; DD de 12.09.1877- p.5; DD de
22.09.1877- p.4; DD de 10.10.1877- p.3; cf também NEGRÃO, Francisco-
“Genealogia Paranaense”- op cit, v.II, p.238-239
e NICOLAS, Maria—“130 Anos de Vida Parlamentar Paranaense”- op cit, p. 132. No
governo do presidente liberal Rodrigo Octavio, quando era deputado provincial,
Manoel de S.D. Negrão foi demitido da secretaria do governo, onde ocupava um
cargo de chefe de seção, do qual estava licenciado para tomar assento na
Assembleia Legislativa. Na matéria de “O Paranaense”, de 25.06.1878- p. 4, que
informa isso, ele acusa Rodrigo Octavio de ter tomado essa decisão “como castigo pelas opiniões que externei em
relação ao energúmeno chefe de polícia” de seu governo. Manoel não se
considerava “o subordinado do presidente” e sim, “o fiscal dos seus atos” (por
ser deputado). Atribui o fato aos “desvarios da situação política que ascendeu
ao poder nas sombras do nefasto dia 5 de janeiro do corrente ano”. Mas eles
“Não iludiram a nós conservadores”. Sobre Rodrigo Octavio diz: “Vemos um
presidente inepto, corrupto e corruptor armar a mão de temerosos facínoras que
assassinavam livremente correligionários e amigos nossos”. Na edição de “O
Paranaense” de 12.07.1878, p.1-2, um artigo de Justiniano de Mello e Silva critica
Rodrigo Octavio, que o demitiu do cargo de professor vitalício do
Instituto Paranaense. Quanto a Manoel de S.D. Negrão, este voltou a ocupar o
cargo de chefe de seção da secretaria do governo, certamente após a ascensão de
um gabinete conservador em 20 de agosto de 1885. No início da República, porém,
foi dispensado desse cargo da secretaria do governo (antes provincial, agora
estadual), conforme o DD de 4.01.1890- p.2.
Com relação à sua atuação como secretário do Club Literário Curitibano,
“O Paranaense” de 2.05.1878, p. 4, informa que o Barão de Guarapuava colocou à
sua disposição 400$000 para a compra de livros, atendendo ao pedido que ele lhe
formulara anteriormente. Manoel Negrão também foi vereador de Curitiba, e nessa
condição homenageou o Barão. O mesmo “O Paranaense”, edição de 8.02.1880- p.4,
publica nota em que a Câmara Municipal de Curitiba comunica que “resolveu, sob
indicação do sr. vereador Manoel Negrão, denominar Rua do Barão de Guarapuava a
que fica nos fundos do novo Hospital” (da Santa
Casa, acrescento eu, DVE).
(147) Cf relatórios
do vice-presidente Manoel Alves de Araújo de 19.08.1865- p.161, do presidente Antonio Augusto da Fonseca de
6.04.1869-p.31, do vice-presidente Agostinho Ermelino de Leão de 24.12.1870-
p.26, do presidente Frederico J. C. de Araújo Abranches de 15.02.1874- p. 55 e
do presidente Lamenha Lins de 15.02.1876- p. 133, 134 e 153. Deste último
presidente, ainda o de 15.02.1877- p.29 e 141.
(148) NEGRÃO,
Francisco- “Genealogia Paranaense”, op cit, v. II, p.182-188. Betas (ê): feixes
de fios. Comercializavam-se em Paranaguá “betas de imbé”. As raízes do imbé,
planta trepadeira, “fornecem fibras para um tipo de barbante ou corda” (cf.
dic. Aurélio).
(149) NEGRÃO, Francisco- “Genealogia Paranaense”-
op cit, v.II, p. 193
(150) Ibid., v. II, p. 214-216 e 237
(151)
VELLOZO, Lilia Albuquerque-- “Revivendo Fatos da Infância e da
Adolescência”-Curitiba, 1990, p.31-33
(152)
DD de 23.02.1870- p.4
(153)
Segundo F. Negrão, o Coronel Manoel Gonçalves dos Santos foi “abastado capitalista”
e “exerceu diversos cargos de eleição popular, entre os quais o de Juiz de Paz,
Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Curitiba /.../ Foi negociante em
Curitiba” (cf “Genealogia Paranaense”, op cit, v.I, p.573 e v.II, p. 145)
(154) CORRÊA, Eremir
Bley-- “Memorial de Família”, op cit,
p.176-177
(155) NEGRÃO,
Francisco- “Genealogia Paranaense”- op cit, v. III- p. 425
(156) CARNEIRO,
David- “Galeria de Ontem”, op cit, p. 399
(157) CORRÊA, Eremir
Bley-- “Memorial de Família”, op cit,
p.196
(158)
MUNHOZ, Alcides-- “Folhas Cadentes”, op cit, p. 101. Já foi dito antes que
Caetano Alberto, irmão mais velho de João Alberto, foi o Secretário do
Interior, Justiça e Instrução Pública do Estado no quadriênio relativo ao
governo Francisco Xavier da Silva/Vicente Machado. Tal governo corresponde ao
período de 25.02.1892 (?) a 25.02.1896, conforme PARANÁ- Arquivo Público do
Paraná—“História Administrativa do Paraná (1853-1947)”. Curitiba: Imprensa
Oficial, 2000- p. 99-100.
(159) PARANÁ- “História
do Poder Judiciário no Paraná”- op cit, p. 169,170 e 216
(160) NEGRÃO,
Francisco- “Genealogia Paranaense”- op cit, v. IV, p. 581, 594-597. Cf também
“DICIONÁRIO Histórico e Biográfico do Estado do Paraná”, op cit, p. 41-42
(161) DD de 19.11.1870-
p. 2
(162) DD de
26.12.1877- p. 3 (cf. também DD de 29.12.1877). No ano anterior, conforme
relatório sobre a Colônia Assungui publicado no jornal curitibano “Província do
Paraná”, uma “comissão de medição e aviventação” estava a cargo de Victor Barreto
Nabuco de Araújo. O relatório afirma que parte do território da Colônia já
havia sido medido e “vivificado” (cf. “Província do Paraná” de 17.11.1876- p.
2). “Aviventar”, segundo o dicionário Aurélio, significa “Abrir novamente (a
picada fechada pela vegetação em consequência de abandono”). No caso, as
picadas deviam referir-se à demarcação dos lotes dos colonos (cf também dic.
Houaiss). A Colônia Assungui deu origem à atual cidade de Cerro Azul.
(163) DD de
24.01.1883- p. 3
(164) DD de
28.02.1883- p. 4
(165) DD de
6.04.1881- p. 1. No relatório do presidente João José Pedrosa de 3.05.1881, p.
16, consta o registro da autorização que ele deu à diretoria da instrução
pública para contratar João Alberto Munhoz, dentre outros.
(166) DD de
25.05.1881- p. 2
(167) DD de
15.03.1882-p.1; DD de 15.04.1882-p.1
(168) DD de
4.10.1882- p. 1; DD de 4.11.1882- p. 1; DD de 14.02.1883- p. 2
(169) DD de
28.08.1884- p.4; DD de 27.12.1884, p.4; DD de 28.02.1885- p.3; DD de
10.04.1885- p. 3; DD de 31.05.1885- p. 3
(170) DD de
17.09.1885- p.2; DD de 8.02.1887- p. 2
(171) DD de
18.11.1884- p.2; DD de 11.02.1886- p.2; DD de 21.01.1887- p.3; DD de
26.01.1889- p. 2
(172) FERREIRA, João
Carlos Vicente—“Municípios Paranaenses: origens e significados de seus nomes”.
Curitiba: Secretaria de Estado da Cultura, 2006 (Cadernos Paraná da Gente nº
5)- p. 24.
(173) CORRÊA, Eremir
Bley-- “Memorial de Família”, op cit,
p. 196
(174) NEGRÃO,
Francisco- “Genealogia Paranaense”- op cit, v.I, p.253-254. O segundo casamento
de Carolina ocorreu antes de 25.06.1887, pois nesse dia ela, com o sobrenome
Munhoz da Rocha, foi testemunha do casamento de sua sobrinha Francisca com o
alferes Carlos Cavalcanti de Albuquerque (cf DD de 28.06.1887- p. 1).
(175)
DD de 11.01.1871- p.4
(176) LEÃO, Ermelino
Agostinho de-- “Dicionário Histórico e Geográfico do Paraná”- op. cit., v. VI,
p. 2.484.
(177) A data de
nascimento de Francisca é informada por CORRÊA, Eremir Bley-- “Memorial de Família”, op cit, p.196. A fonte
das demais informações é NEGRÃO, Francisco- “Genealogia Paranaense”- op
cit, v. I, p.249 e v.V, p.68-70
(178) NICOLAS, Maria—“130 Anos de Vida Parlamentar Paranaense”, op cit, p. 152-153
(180) Cf documento
que encontrei no processo de inventário de CJM. O batismo de Florêncio ocorreu
na Igreja Matriz de Curitiba em 24 de fevereiro de 1858 “com dois meses de
idade”, segundo CORRÊA, Eremir Bley-- “Memorial
de Família”, op cit, p. 197, cujas informações se baseiam no livro 24,
fls. 53 em poder da atual Catedral Metropolitana de Curitiba. A mesma fonte
informa que seus padrinhos de batismo foram Manoel Antônio Guimarães (futuro
Visconde de Nácar) e a 2ª. esposa deste, Rosa Corrêa Guimarães (assina p/p
Maria Cândida Ferreira de Abreu), sendo celebrante o Pe. Agostinho Machado Lima
(181) Cf. artigo de NEGRÃO, Francisco- “A
Alfândega de Paranaguá- O velho convento dos Jesuítas” in revista “O Itiberê”,
de Paraná, 1927 (edição comemorativa do centenário da Alfândega de Paranaguá)
(182) Informação
fornecida pelo Oficial do Registro Civil das Pessoas Naturais- 1º Subdistrito,
de Santos-SP, de acordo com o registro de seu óbito.
(183) Essas infomações foram extraídas dos
seguintes sites:
(184)
HOERNER Júnior, Valério et al.- “Academia Paranaense de Letras-
Biobibliografia”- op cit, p.177, 178, 98
(185) CARNEIRO, David- “Galeria de Ontem”, op cit,
p.315-316; V. também NEVES, José Maria—“Brasílio Itiberê: vida e obra”.
Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba, 1996- p. 19
(186)
DD de 19.05.1880- p. 3
(187)
DD de 2.03.1881-p.3
(188)
DD de 12.03.1881, p. 2
(189) DD de
28.09.1881- p.2. O relatório do presidente Sancho de Barros Pimentel de
26.01.1882 registra essa nomeação na p. 28.
(190) DD de
28.06.1881- p. 1
(191) DD de
6.07.1881- p. 4; DD de 9.07.1881- p. 4; DD de 27.07.1881- p. 4
(192) DD de
3.08.1881- p. 2
(193) DD de
10.08.1881- p. 4
(194) “Partida”: “Reunião social e recreativa; serão, sarau”
(dic. Aurélio).
(195) DD de
13.08.1881- p. 2. O Salão Lindmann foi denominado mais tarde Salão Tivoli e
depois Salão Strobel. Este e outros “salões públicos” surgiram em Curitiba por
influência dos imigrantes europeus, conforme o “Dicionário Histórico-
Biográfico do Estado do Paraná”, op cit, p. 490 e 82.
(196) DD de
1.11.1882- p. 4
(197) MAGALHÃES
Júnior, Raimundo—“Poesia e Vida de Cruz e Sousa”. 3ª ed refundida e aumentada.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; Brasília, INL, 1975- cap. 4 e 5
(198) Cf anúncio na
“Província do Paraná” de 17.10.1877- p. 4
(199) FEDALTO, Pe.
Pedro- “A Arquidiocese de Curitiba na sua História”- Curitiba, 1958- p. 15,16 e
20.
(200)
DD de 10.10.1883- p. 3
(201) DD de 27.06.1884, p. 2-3
(202) DD de 8.07.1884- p. 4
(203) DD de 17.07.1884- p.3 e DD de 18.07.1884- p. 4
(204) DD de 15.12.1885- p.2; DD de 16.12.1885- p. 2
(205) DD de 17.07.1884- p. 3
(206) DD de 8.02.1885- p. 3-4
(207) DD de 1.12.1884- p.1
(208) DD de 5.12.1884- p. 1
(209) MUNHOZ,
Alcides-- “Folhas Cadentes”, op cit, p.40
(210) BRITO, José Maria de—“Descoberta de Foz do Iguaçu e Fundação da
Colônia Militar”. Curitiba: Travessa dos Editores, 2005- p. 78-79
(211) DD de
14.12.1889- p. 4. Posteriormente, o DD de 5.02.1890- p.2 publica nota da
“Congregação de Nossa Senhora da Luz” assinada pelo procurador Florencio J.
Munhós (sic) informando que a Congregação, “em cumprimento do art. 9º de seu
regulamento”, mandou rezar duas missas na matriz da paróquia pela alma de sua
associada falecida D. Maria das Dores do Nascimento. Convida para assisti-las
seus parentes e amigos.
(212)
CORRÊA, Eremir Bley-- “Memorial de
Família”, op cit, p.197
(213) NEGRÃO, Francisco—“Genealogia
Paranaense”- op cit, v. I, p. 253
(214) Munhoz,
Alcides-- “Folhas Cadentes”- op cit, p. 101
(215) “DICIONÁRIO Histórico-Biográfico do Estado do Paraná”, op cit, p.88
(216) No DD de 17.01.1883- p.3 consta nota informando que Caetano
Alberto Munhoz foi nomeado 1º escriturário da Alfândega de Santos.
(217) CORRÊA, Eremir Bley-- “Memorial de Família”, op cit, p.197
(218) CARNEIRO, David- “Fasmas Estruturais da
Economia do Paraná”. Curitiba: Imprensa da Universidade Federal do Paraná,
1962- p. 116
ANEXO
Poemas
de autoria dos irmãos Alfredo Caetano Munhoz e Caetano Alberto Munhoz, que eles
recitaram na festa de recepção dos
Voluntários da Pátria em Curitiba, 27 de abril de 1870:
Heróis comprovincianos
Alfredo
C. Munhoz
A pátria ultrajada por
fero tirano,
Ao combate acenou-vos,
clamando vingança;
A
ele voastes.
Briosos que sois, c'o a
vitória contando,
Sacrifícios e esforços,
nada poupando,
Tudo
empregastes!
E somente vitória p'ra
pátria ofendida,
Não resume as glórias
que fostes colher,
Não,
na verdade!
Sentimento inda estranho
ao selvagem país
Brasileiro soldado lá
foi despertar--
A
liberdade!
É assim que na história
sereis apontados
Não só como bravos e
fortes guerreiros--
Do
Brasil vingadores,
Se também d'infelizes
mudastes a sorte
Epíteto honroso vos
cabe, ó mancebos--
De
libertadores.
E agora que à pátria
saudosa voltastes,
Cantando vitória na luta
alcançada
Contra
o despotismo,
É justo que ela, qual
mãe carinhosa,
Receba seus filhos,
mostrando-se grata
A
tanto heroismo!
Transcrito
do “Dezenove de Dezembro”, 30 de abril de 1870- p. 3. A mesma edição publicou o
poema abaixo, de Caetano
Alberto (sem título):
O símb'lo de uma nação
Lá tremula em Assunção.
No cimo de suas
muralhas,
Todos os feitos de
glória
Bradam ali-- São p'ra
história
Foram de nossas
batalhas.
Esse pendão orgulhoso
Do soldado valoroso
Recebe mil saudações,
E esses soldados
guerreiros
De seus irmãos
brasileiros
Recebem mil ovações.
Esse auriverde pendão
Emblema de nossa nação
Engrinaldado de glória,
Está rodeado do povo
Que pronuncia de novo
O doce grito--
vitória--.
É que os filhos do
Cruzeiro
Deste Império guerreiro
Que a pátria foram
vingar,
Prescrevendo liberdade
No sólio da atrocidade
Volvem hoje a seu lar.
Vinde heróis do Paraná
Que lá fica o Humaitá
Para mostrar teu ardor,
Lá ficou Curupaiti
O forte de Tuiuti
Para atestar teu valor.
Vinde bravos guerreiros
Podeis dizer altaneiros
– É minha pátria o
Brasil –
Podeis dizer que na
história
Se encontram cheios de
glória
Bravos filhos à mil.
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